A Samsung confirmou os rumores e de fato as baterias do Galaxy S8 e S8+ não são muito chamativas em sua capacidade de armazenamento energético. A do Galaxy S8 é de 3.000mAh e a do S8+ de 3.500mAh.

Considerando que o Galaxy S7 e S7 Edge, com telas bem menores, possuíam basicamente a mesma bateria, era de se esperar um pouco mais dos novos tops de linha. Sabemos que graças ao chipset em 10nm, o gasto energético deve ser menor que os do ano passado. Resta saber quanto, o que em breve testaremos.

Contudo, há um aspecto em que as baterias do S8 e S8+ são bem superiores às dos seus antecessores: degradação com o tempo. A Samsung afirmou que o Galaxy S7 e S7 Edge perdiam cerca de 20% de sua capacidade de bateria após um ano de uso comum. Ou seja, após um ano é como se o usuário carregasse apenas 80% mesmo na carga completa.

Já após um ano de uso do Galaxy S8 e S8+, a perda de capacidade é de apenas 5%. Em outras palavras, leva cerca de 4 anos para as baterias dos novos smartphones perderem a capacidade que as anteriores perdiam em apenas 1 ano.

Sendo assim, uma das principais razões que levam consumidores a trocarem de smartphone com tanta frequência deixou de ser tão presente. Essa é uma triste característica das baterias de lítio, sua degradação com o tempo.

A Samsung não entrou em detalhes sobre o assunto, sendo até curioso isso não ter sido citado com mais enfase, inclusive no evento de apresentação do Galaxy S8 e S8+.

É ótimo ver empresas como a Samsung também investindo nessa área. Outra empresa que vem conseguindo grandes avanços é a Tesla, tanto para seus carros quanto baterias para casas abastecidas por energia solar.

Fonte: AndroidPolice

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